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Residência eco-amigável em centros urbanos

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A foto acima é de uma das primeiras residências remodeladas com certificação LEED nos EUA. Ela foi apresentada no San Francisco Sunset Idea House deste ano e se diferencia das outras casas pelo fato de estar localizada em uma área urbana densa em um terreno bastante compacto. Existem duas unidades e a menor delas, com aproximadamente 112 metros quadrados, está a venda por 1 milhão de dólares.

Projetada por John Lum, essa casa tem tudo o que pode se esperar de uma green house: piso com certificação FSC, concreto feito com cinzas (fly ash), tintas com baixo teor de VOC (compostos orgânicos voláteis), eletrodomésticos com elevada eficiência energética, teto verde, coleta de água da chuva, pequena turbina eólica e aquecedores solares. A casa foi projetada para gerar energia renovável suficiente para atender sua demanda.

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Via Sunset e Greenerati

Plástico renovável com o polímero verde

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O forte aquecimento do mercado consumidor e a pressão nos custos das matérias-primas originadas do petróleo têm levado as indústrias de plástico a buscar, em fontes renováveis, matérias-primas substitutas para seus produtos. Plásticos feitos a partir do etanol de cana-de-açúcar, que podem ser reutilizados num processo de reciclagem, além de polímeros biodegradáveis produzidos por bactérias alimentadas por sacarose e outras substâncias estão na linha de frente de pesquisas e investimentos anunciados por gigantes petroquímicas como Dow Química, Braskem e Oxiteno, fabricantes de resinas plásticas feitas a partir da nafta e de outras matérias-primas derivadas do petróleo. A Braskem, líder latino-americana em produção de resinas, investiu US$ 5 milhões em pesquisa e desenvolvimento para chegar a um polietileno certificado a partir de álcool da cana, chamado de “polímero verde”.

As pesquisas que resultaram no novo produto tiveram início em 2005, embora desde 1998 a empresa já avaliasse as propriedades de outros polímeros de matérias-primas renováveis existentes no mercado. Como naquela época não havia ainda um mercado efetivo interessado em um produto desse tipo, o assunto não prosperou. “Ao retomar as discussões, avaliamos as opções existentes e começamos a trabalhar com o polietileno verde a partir do álcool de cana”, relata Antônio Morschbacker, gerente de tecnologia de Polímeros Verdes do Pólo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, responsável pelo desenvolvimento do projeto.

As informações disponíveis apontavam que a empresa poderia chegar a um produto competitivo. “Ao longo de 2005, depois de estimativas de custos, vimos que seria viável fabricá-lo e, em 2006, decidimos construir a planta piloto e paralelamente fizemos um estudo mais aprofundado do mercado mundial”, diz Morschbacker. “O processo, bastante eficiente, transforma 99% do carbono contido no álcool em etileno, matéria-prima do polietileno.” O principal subproduto é a água, que pode ser purificada e reaproveitada.

Na planta piloto, que começou a funcionar em junho de 2007, é feita a transformação do etanol – obtido por um processo bioquímico de fermentação do caldo, centrifugação e destilação – em etileno. A conversão ocorre por meio de um processo de desidratação, no qual são adicionados catalisadores – compostos que aceleram as reações químicas – ao etanol aquecido, que permitem a sua transformação em gás etileno. A partir daí, para chegar ao polietileno, o plástico de maior utilização no mundo, o processo de fabricação é igual ao empregado para as matérias-primas provenientes de fontes fósseis, ou seja, o etileno polimerizado resulta no polietileno. A polimerização é uma reação em que as moléculas menores (monômeros) se combinam quimicamente para formar moléculas longas e ramificadas.

Com o etileno produzido por essa tecnologia é possível fazer qualquer tipo de polietileno. Inicialmente a Braskem pretende produzir resinas de alta densidade e de baixa densidade, para aplicações rígidas e flexíveis em setores como o automotivo, empacotamento de alimentos, embalagem de cosméticos e artigos de higiene pessoal. Alguns clientes, do Brasil e do exterior, já estão recebendo amostras do polímero verde produzido em escala piloto. O início da produção em escala industrial, que deverá chegar a 200 mil toneladas anuais, está previsto para o final de 2009. Por enquanto a empresa ainda não definiu onde será instalada a fábrica destinada à produção do novo polímero, que deverá demandar investimentos de cerca de US$ 150 milhões.

O produto, que deverá custar entre 15% e 20% a mais do que os polímeros tradicionais, será destinado, principalmente, aos mercados asiático, europeu e norte-americano. Antes mesmo de ser lançado em escala comercial, o polietileno verde já faz sucesso. 

O polietileno de etanol foi certificado pelo laboratório Beta Analytic, dos Estados Unidos, pela técnica do carbono-14, como um produto feito com 100% de matéria-prima renovável. A matéria-prima utilizada, no caso o etanol, é renovável, mas o produto final não é biodegradável. “O produto possui propriedades idênticas aos polietilenos produzidos a partir do petróleo. Como é um plástico bastante resistente e estável, ele pode ser reciclado e reutilizado várias vezes e, no final da vida útil, pode ser incinerado sem causar nenhum problema ambiental”, diz Morschbacker. A grande vantagem ambiental do polietileno do álcool é que, para cada quilo de polímero produzido, são absorvidos em torno de 2,5 quilos de gás carbônico, o dióxido de carbono, da atmosfera pela fotossíntese da cana.

Via Revista Pesquisa Fapesp

Saneamento para todos os brasileiros: ano 2122

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Apenas 47% da população brasileira têm acesso à rede geral de esgoto, e se for mantido o atual volume de investimentos o saneamento universal só será atingido quando o País completar 300 anos de independência, em 2122.

O alerta foi dado pelo não-governamental Instituto Trata Brasil (ITB), que busca mobilizar diferentes segmentos da sociedade para garantir o saneamento neste País com mais de 188 milhões de habitantes. Um estudo divulgado na semana passada pelo ITB de autoria do pesquisador Marcelo Néri, mostra que a rede de esgoto cresceu menos em comparação com outros serviços públicos, como água, coleta de lixo e eletricidade.

Quanto menor é o investimento maior é a mortalidade de crianças até seis anos de idade, que se eleva nos locais onde não há esgoto, afirma o estudo. As doenças relacionadas com a falta de saneamento causaram cerca de 700 mil internações hospitalares anuais na última década, disse à IPS Luís Felli, presidente do ITB, que conta com apoio do setor privado e que encomendou a pesquisa à Fundação Getulio Vargas. Estima-se que 65% das internações de menores de 10 anos são causadas, entre outras causas, pela deficiência ou falta de esgoto tratado.

Mas, segundo Felli, a falta de saneamento não se reflete apenas na saúde, mas também afeta a educação: 34% das ausências de crianças até seis anos na pré-escola e na escola primaria se devem a doenças derivadas da contaminação da água, com a diarréia. Diariamente, morrem sete menores de cinco anos. “São mais de 200 mortes por mês. Isso equivale a um avião lotado de crianças caindo por mês no Brasil”, comparou Felli. Os cálculos do ITB mostram que para cada real que fosse investido em saneamento se poderia economizar US$ 2,28 em gastos de saúde.

Além disso, mais saneamento também significa uma “redução do custo Brasil”, já que a criação de infra-estrutura básica atrairia novos negócios e novas indústrias, que aumentariam a geração de emprego e renda, disse Felli. O presidente do ITB deu, como exemplo, que US$ 57 milhões investidos em obras de saneamento gerariam 30 empregos diretos e 20 indiretos, além de empregos permanentes quando o sistema entrasse em operação. Com investimento de US$ 6,2 bilhões por ano, reclamado por especialistas em saneamento, seriam gerados 550 mil novos empregos no mesmo período.

O estudo do ITB foi divulgado às vésperas de 2008, declarado pela Organização das Nações Unidas como Ano Internacional do Seneamento Básico. Os governos do mundo se comprometeram em 2000 a reduzir pela metade a porcentagem de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento, até 2015.

Via IPS

Coletores solares infláveis: energia solar com baixo custo

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A empresa CoolEarthSolar desenvolveu um sistema de coleta de energia solar que utiliza componentes fotovoltaicos tradicionais mas substitui os espelhos rígidos, feitos de alumínio polido, por coletores infláveis feitos com um filme metalizado como elemento concentrador de luz. Segundo a empresa, os balões teriam um custo 400 vezes menor do que os espelhos tradicionais.

Abaixo, uma animação sobre o produto:

 

Relatório da ONU: economia sustentável possibilitará a criação de milhões de novos empregos

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Milhões de novos empregos serão criados pela transição a uma economia global de baixa emissão de carbono, revela um estudo preliminar do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP) divulgado ontem na conferência sobre mudanças climáticas em Bali. O relatório, entitulado Green Jobs: Can the Transition to Environmental Sustainability Spur New Kinds and Higher Levels of Employment?, revela que o desenvolvimento de uma economia baseada em tecnologias sustentáveis possibilitará a criação de novos postos de trabalho na construção civil, em atividades de reflorestamento e agricultura, além das áreas de engenharia e transporte.

O relatório, que será lançado formalmente no início do próximo ano, informa que o “boom” de empregos verdes já está ocorrendo, com centenas de milhares de empregos criados na Alemanha e Espanha como resultado dos programas de energia renovável, e uma estimativa de 5,3 milhões de empregos criados na indústria do meio ambiente nos EUA durante o ano de 2005. Confirmando-se a atual tendência, a Alemanha terá mais empregos na área de tecnologias ambientais do que em seu setor automotivo no ano de 2020.

 UNEP

Lançado o primeiro Índice Global de Emissões de Carbono

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O Barclays Capital, divisão de investimento do Barclays Bank, anunciou o lançamento, pioneiro em nível mundial, do Barclays Capital Global Carbon Index (BGCI). Este índice segue a performance dos créditos de emissões de carbono, que estão associados aos mais importantes sistemas mundiais de negociação das emissões de gases que provocam o efeito estufa. Esta é a primeira vez que um índice desta natureza é disponibilizado aos gestores de carteira, bancos privados e investidores institucionais, que procuram um benchmark abrangente de análise deste mercado em franca expansão. O índice é determinado pelo Barclays Capital Environmental Markets Index Committee, um recém criado departamento independente, constituído por representantes da indústria do carbono e por membros da comunidade financeira institucional.

Numa primeira fase, o BGCI é constituído pela combinação de dois sub-índices que seguem a performance dos créditos de carbono associados ao Sistema de Comércio de Emissões da União Européia, e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) de Kyoto. O Barclays Capital irá garantir aconselhamento e análise relacionados com este índice através do site de índices do Barclays Capital, e também de outros canais de e-commerce, como a Bloomberg. Os índices são calculados diariamente e usam o sistema de fixação de preços e os calendários de mercado mais convenientes para os investidores. As diretrizes completas utilizadas para o estabelecimento do índice podem ser consultadas no Barclays Capital Global Carbon Index Guide.

Via Yahoo Finance

Os 20 maiores em emissões de CO2

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Desde 1990, as emissões de CO2 cresceram de 23 bilhões de toneladas para 30 bilhões de toneladas ao redor do mundo. O Protocolo de Kyoto estipulou uma meta nas emissões dos gases do efeito estufa para os países desenvolvidos para o período 2008-2012:  suas emissões deveriam ser pelo menos 5% menores do que os níveis de 1990. Clicando na figura acima, podemos ver a evolução das emissões dos 20 maiores poluidores do mundo no período 1990-2005.

Abaixo, os 20 maiores de acordo com os dados de 2005 e medidos em bilhões de toneladas de CO2 (entre parênteses a variação nas emissões):

  • Estados Unidos: 5,957 (+23%)
  • China: 5,323 (+122%)
  • Rússia: 1,984 (-17%)
  • Japão: 1,230 (+15%)
  • Índia: 1,166 (+71%)
  • Alemanha: 0,844 (-16%)
  • Canadá: 0,631 (+52%)
  • Reino Unido: 0,577 (-0.3%)
  • Coréia do Sul: 0,500 (+107%)
  • Itália: 0,467 (+20%)
  • Irã: 0,450 (+106%)
  • África do Sul: 0,423 (+28%)
  • França: 0,415 (+14%)
  • Áustria: 0,412 (+62%)
  • Arábia Saudita: 0,406 (+46%)
  • México: 0,398 (-3,8%)
  • Espanha: 0,387 (+78%)
  • Brasil: 0,360 (72%)
  • Indonésia: 0,359 (+69%)
  • Ucrânia: 0,342 (-75%)

Via Guardian Unlimited

Europa planeja investimento de U$10 bi no deserto africano para geração de energia solar

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A União Européia está considerando gastar mais de 10 bilhões de dólares na construção de diversas estações de energia solar ao longo da costa do Mediterrâneo no Oriente Médio e norte da África. A energia gerada seria suficente para o suprimento de um sexto das necessidades do continente europeu.

As estações – capazes de gerar cerca de 100 Megawatts – poderiam ser utilizadas também como estações de dessalinização para o abastecimento de água aos países do deserto. O projeto, conhecido com Desertec, foi revelado na semana passada pelo príncipe jordaniano Hassan bin Talal e foi desenvolvido pela Trans-Mediterranean Renewable Energy Coorporation.

A geração de eletricidade se daria por uma técnica chamada “energia solar concentrada”. Uma estação de energia solar concentrada utiliza centenas de espelhos enormes cobrindo uma vasta faixa de terra para focar os raios solares em uma coluna metálica central preenchida com água. A água extremamente aquecida, que pode alcançar temperaturas tão altas quanto 800°C, é então transformada em vapor e encaminhada a turbinas que produzem eletricidade. O vapor superaquecido, após passar pelas turbinas, passaria então através de tanques com água do mar que evaporaria. O vapor da água do mar seria condensado e armazenado como água limpa.

O maior problema para implantação desse projeto seria o custo de operação dessas estações – quase duas vezes o custo de uma termoelétrica. Some-se a isso o fato de que a região escolhida não é exatamente uma das mais estáveis para a realização de um projeto bilionário.

Via Guardian Unlimited

Nova técnica para localização de energia geotérmica

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Energia geotérmica ou energia geotermal é a energia obtida a partir do calor proveniente do interior da Terra. Devido a necessidade de se obter energia elétrica de uma maneira mais limpa e em quantidades cada vez maiores, foi desenvolvido um modo de aproveitar esse calor para a geração de eletricidade. Estima-se que o potencial geotérmico dos Estados Unidos poderia fornecer 3000 vezes mais energia do que o país necessita atualmente. Porém, encontrar locais apropriados com um bom potencial geotérmico requer perfurações exploratórias extremamente caras.

Tendo isso em mente, dois pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley descobriram um método barato (que não requer perfuração) para identificar locais apropriados com potencial geotérmico. Neste método, a água subterrânea é testada e se examina a razão entre dois isótopos do hélio (hélio-4 e hélio-3).

Tipicamente, o hélio-4 é mais abundante na crosta terrestre, enquanto que o hélio-3 é mais comumente encontrado no manto terrestre. A presença do isótopo hélio-3 em maior quantidade é correlacionada com locais onde o manto está mais perto da superfície, o que indicaria um maior potencial geotérmico.

A Islândia é um bom exemplo do uso eficiente desse recurso para geração de eletricidade: Nesjavellir Power Plant :

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Via Arizona State University 

Transforme o óleo de cozinha usado em biocombustível com o FuelPod2

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Você não sabe como dar uma disposição final correta ao óleo de cozinha utilizado? Um alternativa interessante seria transformá-lo em biocombustível e abastecer seu carro sem sair de casa. Com FuelPod2 isso já é possível. Trata-se de um processador doméstico de biocombustível. Ele é alimentado com o óleo de cozinha usado e o combustível produzido pode ser utilizado em qualquer motor convencional a diesel sem modificações e sem afetar sua performance.

O FuelPod2 consegue converter até 50 litros de cada vez. Com 60 cm de diâmetro e 1,40 m de altura, ele pode ser guardado facilmente em uma garagem. É operado através de um compressor e está sendo vendido no Reino Unido por cerca de U$4200. Mas o difícil mesmo será conseguir óleo suficiente em uma residência convencial. O jeito será apelar a restaurantes e bares.

Via Reuters

As 20 empresas brasileiras que são modelo de sustentabilidade

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As 20 empresas brasileiras com as melhores práticas de sustentabilidade deste ano foram premiadas pela Revista EXAME na noite de terça-feira (27/11), durante uma cerimônia no Teatro Alfa, em São Paulo. As companhias foram selecionadas pelo Guia EXAME de Sustentabilidade 2007, levando em consideração três aspectos: econômico-financeiro, ambiental e social.

“Do total de companhias analisadas, 63% contam com um comitê de sustentabilidade, 83% têm uma política corporativa ambiental e 81% utilizam critérios sociais para a escolha de seus fornecedores. Cerca de um terço dessas empresas também vincula a remuneração variável de seus executivos a metas ambientais e sociais. São números notáveis, sem dúvida”, afirmou Roberto Civita, presidente da Editora Abril. O empresário observou, porém, que “quando o assunto é sustentabilidade dos negócios, é difícil dizer que seja suficiente.”

As 20 empresas-modelo desta edição foram:

Accor, Acesita, Amanco, Aracruz, Arcelor, Basf, Braskem, Caterpillar, CPFL, Elektro, IBM, Itaú, Mapfre, Natura, Philips, Promon, Real, Serasa, Suzano e Unilever.

Ao todo, foram realizadas 206 inscrições de companhias de diferentes portes, setores e regiões do Brasil. A análise para a escolha das melhores é feita em duas etapas. Na primeira, elas respondem a um extenso questionário desenvolvido pela FVG. Na segunda, as 32 empresas com melhor pontuação nos questionários são analisadas por um conselho formado por oito especialistas, sob a coordenação de Mario Monzoni, do GVces.

A postura sustentável das empresas brasileiras tem muito espaço para se estender pela cadeia de negócios. A pesquisa mostra que 64% das companhias monitoram o impacto ambiental de sua atividade produtiva — mas apenas 28% analisam a atividade de seus fornecedores no que se refere ao meio ambiente.

Quando o assunto é o impacto social, porém, o índice de empresas que avaliam a atuação dos fornecedores chega a 81%. A maior parte delas verifica o cumprimento da legislação trabalhista, sobretudo em relação à existência de trabalho infantil (68%) ou escravo (67%). Um percentual mínimo de empresas (5%) prevê, no entanto, medidas disciplinares e legais para as situações em que os fornecedores não se enquadram nesses indicadores de monitoramento.

Há indícios de que as companhias devem cada vez mais evoluir também no que se refere à emissão de gases de efeito estufa — seja no processo produtivo ou em outras etapas de sua atividade, como o transporte de materiais e pessoas. Segundo o levantamento, 40% das empresas realizam hoje um inventário de emissão de gases de efeito estufa — e 32% já possuem metas de redução dessas emissões.

Via Exame

Abasteça seu carro com algas

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As algas não existem somente para infestar aquários ou piscinas: elas têm sido consideradas uma fonte viável de biocombustível. A LifeFuel Inc., uma companhia localizada na Califórnia, está pesquisando o potencial de produção de óleo a partir dos mencionados seres de uma só célula. O objetivo é a substituição de milhares de litros de combustíveis fósseis nos EUA até o ano de 2010.

Para seu crescimento não é necessário terra; somente água, luz e gás carbônico. Além disso, a alga tem o potencial de fornecer 30 vezes mais combustível por metro quadrado que a cana-de-açúcar. Em 1 hectare, por exemplo, há a possibilidade de geração de 237 mil litros de biocombustível de alga. Em uma mesma área, produz-se cerca de 8000 litros de combustível com a cana.

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Os pesquisadores estão tentando identificar as espécies mais promissoras e como cultivá-las para que seja extraído o máximo de óleo da forma mais eficiente possível. Outra preocupação é o que fazer com o resíduo gerado pelo processo. Na Universidade de Minnesota, os cientistas estão bastante ocupados em seus laboratórios projetando um sistema chamado “fotobiorreator”. A dificuldade é fazer com que sejam fornecidos nutrientes e luz nas quantidades certas.

Abaixo, um esquema sobre a produção de biocombustível a partir de algas.

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Via msnbc e Ecotality Life.

Chuveiro de Névoa: um conceito para enconomia de água e energia

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O brasileiro João Diego Schimansky, da PUC do Paraná, foi um dos oito finalistas da competição “Design Lab” criada pela Electrolux aberta a todos os estudantes de design do mundo. O tema deste ano foi sustentabilidade aplicada aos utensílios da casa do futuro. O conceito criado por João foi o “Fog Shower” ou Chuveiro de Névoa. O chuveiro do futuro consome apenas dois litros de água durante um banho de cinco minutos. Os chuveiros eficientes utilizados atualmente utilizam cerca de 26 litros d’água durante o mesmo tempo.

O “banho” é realizado a partir de uma névoa de vapor d’água aquecido. Este conceito economiza, ao mesmo tempo, água e energia necessária para aquecê-la.

Via Trendir

Blog do João Diego Schimansky

Água gelada do mar substitui o ar-condicionado

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Será construído em Dartmouth, Canadá, um sistema para resfriamento de um complexo de 5 prédios que utilizada a água gelada do mar. O complexo – Alderney Landing – possui 28.000 metros quadrados e se divide em centro de convenções, galeria de artes, mercado público e teatro. O projeto, estimado em U$3 milhões, economizará cerca de U$250.000 por ano devido aos custos do resfriamento convencional.

O primeiro projeto deste tipo utilizará água gelada das profundezas do baía de Halifax. A empresa Performance Energy Systems perfurará rochas localizadas a 180 metros de profundidade que armazenarão a água gelada para o resfriamento do complexo durantes os meses mais quentes. Após completo, o projeto utilizará 100% energia renovável para o resfriamento e diminuirá em até 90% os custos de resfriamento.

O uso criativo de um recurso renovável ainda terá como benefício a remoção de 1 tonelada de clorofluorcarbono (CFC) pela substituição do sistema de ar condicionado.

Via Ecotality Life

Hidrogênio a partir de algas: produção, armazenamento e distribuição no mesmo local

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A célula de combustível a hidrogênio talvez ainda não se torne viável para veículos durante os próximos anos. Porém, um grupo de profissionais bastante criativos da Philadelphia, conhecido como 20/2 Collaborative, projetou um conceito único que possibilita a produção biológica de hidrogênio on-site e sua distribuição para o abastecimento de veículos. O projeto mistura lagoas de algas com balões flutuantes para a integração da produção do combustível e sua distribuição, e permite que o combustível renovável seja criado e distribuído no mesmo lugar.

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A idéia congrega o trabalho de diversos grupos de pesquisa, incluindo cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que estão investigando atualmente a produção de hidrogênio por algas. Embora o hidrogênio esteja rapidamente se tornando o combustível do futuro, seu armazenamento e distribuição têm sido um desafio. Os containeres necessários para seu armazenamento são muito grandes e, nos EUA, somente existem estações de abastecimento em Los Angeles, Nova York e em Washington D.C. O conceito desenvolvido pelo 20/2 Collaborative contempla os requirementos para o armzenamento do hidrogênio e integra o suprimento de combustível no ambiente construído visível. O resultado é uma infraestrutura limpa, em escala humana e que conecta o usuário à fonte.hidrogenio_balao4 hidrogenio_balao5

 

 

 

 

 

 

O conceito foi originalmente desenvolvido para uma aplicação em Reykjavik, Islândia, como parte do Vatnsmýri Urban Planning Competition. O grupo 20/2 Collaborative desenvolveu um protótipo da lagoa de algas e do balão capaz de produzir e armazenar hidrogênio suficiente para o abastecimento de até 12 veículos. Os pesquisadores estimam que uma lagoa com 10 metros de diâmetro seja capaz de produzir hidrogênio para 12 carros por semana.

Via Inhabitat

Captura de gás carbônico e injeção no subsolo

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NRG Energy e Powerspan, duas empresas do ramo de geração de eletricidade, anunciaram um plano para a criação de um dos maiores projetos de captura e seqüestro de dióxido de carbono originado por termoelétricas. As companhias disseram que a unidade a ser instalada em Sugar Land, no Texas, irá capturar e seqüestrar as emissões equivalentes a de um gerador de 125 megawatt.

A captura e o seqüestro de carbono tem sido apontada por especialistas como uma importante tecnologia para a redução das emissões de gases do efeito estufa originadas do carvão, um dos combustíveis mais sujos e abundantes. A idéia é construir as unidades de captura do carbono próximas às usinas termoelétricas.

A NRG Energy tem como plano capturar a poluição de seus geradores e então bombear esses gases no subsolo, o que ajudaria na extração de petróleo. A unidade foi projetada para capturar 90% das emissões de dióxido de carbono da termoelétrica e começará a operar em 2012.

O processo da Powespan, chamado Oxidação Eletro-Catalítica, filtra óxido nítrico, dióxido de enxofre, mercúrio e partículas finas das chaminés. O dióxido de carbono remanescente é capturado por uma solução de amônia, a qual é recuperada posteriormente. A empresa já captou U$60 milhões para o projeto.

Via CNET News

Países da OPEC anunciam fundo de U$750 milhões para tecnologias limpas

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Membros da OPEC anunciaram na semana passada que irão contribuir com U$750 milhões para o estudo de energias limpas e novas tecnologias, informou Cleantech.com. Esse fundo terá ênfase na captura e aprisionamento de carbono. A participação da Arábia Saudita será de U$300 milhões enquanto que os Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Qatar contruibuirão com U$150 milhões cada.

Em uma declaração, a OPEC afirmou que esse fundo

será importante para o desenvolvimento de tecnologias de petróleo mais limpas e mais eficientes para a proteção do ambiente local, regional e global, e de tecnologias que levem em consideração as mudanças climáticas, como o seqüestro de carbono e seu aprisionamento.

Um dos projetos das nações da OPEC inclui a tranformação de gás natural em combustível líquido para automóveis.

Software para projeto de prédios verdes

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Menos de 50% dos arquitetos levavam em consideração conceitos “verdes” nas construções cinco anos atrás. Porém, segundo a Autodesk, 90% deles irão construir com esse conceito em mente até 2012. Em uma pesquisa sobre Green Index realizada pela Autodesk, 70% dos entrevistados disseram que as exigências dos clientes estão acelerando os esforços para projetos de prédios que façam uso de menos energia, gerem menos resíduos e que custem menos durante sua operação.

A Autodesk, que desenvolve softwares profissionais para projetos em 3D, anunciou no Greenbuild Convention que está desenvolvendo um software que ajudará os projetistas a verem a pontuação obtida segundo o sistema LEED – Leadership in Energy and Environmental Design – gerenciado pelo Green Building Council norte-americano.

Com esse novo software, será possível obter informações em tempo real que possibilitarão a medição das modificações na qualidade do ar interno, uso de energia, emissões de gás carbônico e iluminação natural. Ainda no Greenbuild, a Green Building Studio revelou seus planos sobre um software que ajudará no projeto de prédios carbono neutros. O aplicativo funcionaria com o CAD 3D e mediria a temperatura externa e a economia de energia interna, ventilação e uso de água.

Via CNet

Uma cidade inteira abastecida por energia solar

Ter uma residência abastecida com energia solar já é algo complicado. Imagine uma cidade inteira. Cloncurry, uma cidade australiana de 3000 habitantes, será a primeira de uma série de pequenas cidades a ser 100% abastecida por essa fonte renovável.

Escolhida para sediar a nova estação de energia solar térmica, a cidade terá eletricidade disponível mesmo com tempo encoberto e durante a noite. Diferentemente de um sistema de painéis fotovoltaicos que produzem eletricidade de forma direta, o sistema a ser implantado transformará o calor do sol em energia térmica em um primeiro momento. A iluminação do sol será refletida por 8000 espelhos em direção à gigantescos blocos de grafite que, com o aquecimento, irão converter água em vapor. O vapor produzido vai gerar eletricidade ao passar por diversas turbinas. Os blocos irão reter o calor por diversas horas após o pôr-do-sol garantindo, desta forma, um suprimento contínuo de eletricidade durante as 24 horas do dia.

As emissões de gases do efeito estufa por parte da Austrália estão entre as maiores per-capita do mundo. De acordo com o primeiro-ministro australiano, John Howard, “a prioridade do governo é o foco em eficiência energética e tecnologia para limitar as emissões de carbono”.

O ano previsto para que a cidade inteira seja abastecida pelo novo sistema é 2010.

Via Reuters

Carregador solar flexível e portátil

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A empresa norte-america Brunton desenvolveu um produto bastante útil para quem viaja por lugares não muito convencionais onde encontrar uma simples tomada não é uma tarefa das mais fáceis: o SolarRoll. Trata-se de um painel solar de 30cm x 150cm com capacidade para recarrregar laptops, celulares, câmeras e até baterias de carro.

O tempo médio de recarga de um telefone celular, por exemplo, é de 2 horas utilizando-se o modelo SolarRoll 9. E entre 5 e 10 horas para recarregar um laptop. De fácil transporte (dá para enrolar) e à prova d’água.

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Entre U$199 e U$479 no site da Brunton.

Jaqueta feita com garrafas plásticas

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A Patagonia lançou uma linha de roupas feitas a partir de materiais reciclados. A jaqueta acima foi fabricada utilizando-se garrafas plásticas.

Via Trend Hunter

Use eletricidade de forma inteligente

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Em resposta as recentes faltas de energia ocorridas na África do Sul, a Eskom, empresa responsável pelo fornecimento de eletricidade, deu início a uma campanha para conscientização sobre o uso responsável de energia. Como parte da companha nacional de conservação, a companhia instalou diversos out-doors com uma ilustração bastante inteligente.

Via WattWatt

Etanol a partir de beterrabas – Primeira usina de biocombustíveis do Reino Unido entra em operação

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A primeira destilaria de etanol do Reino Unido foi inaugurada na última quinta-feira, 22 de Novembro. Localizada em Wissington, Norfolk, a usina utilizará o açúcar extraído de beterrabas pela empresa British Sugar (a maior fábrica deste tipo do mundo). A capacidade de produção será de até 70 milhões de litros de etanol por ano. A destilaria utilizará cerca de 110.000 toneladas de açúcar por ano e espera-se que a produção de energia reduza o impacto causado pelas emissões de CO2 por combustíveis fósseis em até 50%.

A partir do mês de Abril do próximo ano, todos os combustíveis utilizados para transporte terão de ter, obrigatoriamente, 2,5% de matéria renovável. No segundo ano, a mistura será elevada para 3,75% e para 5% a partir de 2010. Atualmente, o governo britânico concede uma isenção fiscal de 20 centavos de libra por litro de biodiesel produzido. Com a nova media, as companhias de combustível terão de pagar uma multa de 15 centavos de libra por litro caso não cumpram com suas obrigações. A adição de apenas 5% de biocombustíveis nos combustíveis fósseis deve evitar a emissão anual de 1 milhão de toneladas de gás carbônico no Reino Unido. Isso equivale a 1 milhão de carros a menos nas ruas.

Via Reuters e SmartPlanet

A empresa eco-amigável e os ganhos indiretos

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A maioria das empresas estão adotando uma postura eco-responsável – ou o tão pronunciado “going green” – mas também estão descobrindo que ajudar o meio ambiente não é o único benefício: uma política “verde” pode facilitar a contratação de jovens talentos, aumentar a produtividade e reduzir custos. Segundo a americana Lindsey Pollak, autora do livro “Getting from college to career“,

Os estudantes pretendem trabalhar em empresas que dêem importância ao meio ambiente. O fato de uma empresa ter uma política “verde” é tão importante para esses jovens quanto a diversidade étnica, a globalização e o equilíbrio trabalho-diversão.

Uma pesquisa recente realizada pela MonsterTRAK.com sobre empregos “verdes” revelou que 80% dos jovens profissionais norte-americanos estão interessados em permancer em um emprego que tenha um impacto positivo sobre o meio ambiente, e 92% prefeririam trabalhar em empresas que se importam com questões ecológicas. E está ficando cada vez mais fácil para esses jovens trabalharem em empresas com essas características. O Green Building Council norte-americano, uma organização sem fins lucrativos responsável pela emissão do LEED – Leadership in Energy and Environmental Design -, certificado que avalia o quão verde é uma construção, informa que foram registrados cerca de 200 milhões de metros quadrados nos últimos sete meses. Isso é muito pouco tempo comparado aos sete anos necessários para o registro dos primeiros 100 milhões de metros quadrados realizado pelo conselho.

Para atrair os jovens talentos, as empresas estão incluindo detalhes sobre sua política ambiental em seus catálogos de ofertas de emprego distribuídos nas universidades americanas. Um exemplo disso é a fabricante de papel NewPage Corp que destaca em sua brochura o compromisso ambiental da empresa e o fato de sua sede utilizar 30% menos energia do que um escritório comum.

No mês passado, para satisfazer a demanda de estudantes interessados em trabalhar para empresas “verdes”, a MonsterTRAK, juntamente com a ecoAmerica, um grupo ambiental sem fins lucrativos, lançaram o GreenCareers. O site lista vagas em empresas que reduzem seu impacto sobre o ambiente, facilitando o contato entre os estudantes e uma companhia que atenda seus objetivos ambientais.

Estudos preliminares, incluindo um realizado pela Canada Green Building Council, têm relacionado os ambientes internos eco-amigáveis a uma maior produtividade e menor absenteísmo. Locais de trabalho “verdes” tendem a utilizar mais iluminação natural, o que pode melhorar o humor dos empregados. Além disso, esses ambientes utilizam sistemas avançados de filtração de ar, o que diminui os problemas respiratórios como asma e sinusite.

Outro benefício alcançado por uma postura eco-amigável é a possibilidade de redução dos custos operacionais. Através da instalação de sensores de iluminação, dímeres e de um telhado refletivo, a fabricante de semicondutores Texas Instruments Inc. diminuiu a energia gasta com ilumininação em 80% em seu prédio de escritórios. De acordo com Paul Westbrook, gerente de desenvolvimento sustentável da Texas,

Somente no primeiro ano, observamos uma economia de $1 milhão de dólares em eletricidade e água e essa economia irá continuar a crescer até chegarmos a $4 milhões por ano.

Via The Wall Street Journal

Correntes marítimas para a geração de energia

seagen

SeaGen é o nome dado ao conversor de energia marítima de 1,2 MW que será instalado em Stangford Lough, Irlanda. Com 41 metros de altura, a turbina irá girar cerca de 12 vezes por minuto devido ao movimento da água causado pelas correntes marítimas. Essa velocidade é extremamente baixa para causar algum dano à vida marinha mas suficiente para gerar 1,2 megawatts e abastecer 1.000 casas.

A turbina é fabricada pela Sea Generation Ltd.

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