Máquina de lavar integrada ao sanitário

washup

Criado pelo design turco Sevin Coskun, um dos participantes da competição “Greener Gadgets Design” é o “Washup”. O produto, que ainda é um mero conceito, integra a máquina de lavar roupas à descarga do vaso sanitário. A água descartada pela máquina de lavar é armazenada em um tanque e reutilizada para dar descarga no vaso santário.

Além disso, como sugere seu inventor, o “washup” traz uma solução para o problema de falta de espaço para a máquina de lavar em residências de tamanho reduzido. Segundo sua descrição, “uma interface especial que inclui três unidades de controle semi-esféricas e dois botões de descarga foi projetada para uma utilização prática do produto”.

Via Core77

Aquecedor solar para prédios modernos

aquecedor_sacada

A empresa chinesa CONSOL Changzhou Energy Co. lançou no mercado um novo sistema de aquecimento chamado “Balcony Style Solar Water Heater”. O sistema para aquecimento de água por energia solar foi especialmente concebido para residências modernas e seu uso integrado com energia renovável.

Segundo os projetistas, a separação entre o reservatório de água (de 200L) e o coletor solar melhora muito a aparência do prédio.

Via GoodCleanTech.

Lavagem de carro sem água

car_wash

A empresa americana Lucky Earth Products lançou no mercado um produto chamado “Green Earth Waterless Car Wash” para a lavagem de carros sem o uso de água. O produto feito a base de água, extrato de côco, silicone e sais é borrifado na superfície do carro. Uma vez lá, ele atrai a sujeira através de princípios eletrostáticos. O próximo passo é passar um pano para retirar o produto e a sujeira.

Um litro do produto custa cerca de 20 dólares e é suficiente para 10 lavagens. A motivação da empresa é tanto a economia de água e a redução do uso de produtos químicos. Uma lavagem profissional consome entre 90 e 170 litros de água. Estima-se que, em uma lavagem “caseira”, o consumo de água seja quase o dobro.

Via CNET News

Residência eco-amigável em centros urbanos

sunsethouse

A foto acima é de uma das primeiras residências remodeladas com certificação LEED nos EUA. Ela foi apresentada no San Francisco Sunset Idea House deste ano e se diferencia das outras casas pelo fato de estar localizada em uma área urbana densa em um terreno bastante compacto. Existem duas unidades e a menor delas, com aproximadamente 112 metros quadrados, está a venda por 1 milhão de dólares.

Projetada por John Lum, essa casa tem tudo o que pode se esperar de uma green house: piso com certificação FSC, concreto feito com cinzas (fly ash), tintas com baixo teor de VOC (compostos orgânicos voláteis), eletrodomésticos com elevada eficiência energética, teto verde, coleta de água da chuva, pequena turbina eólica e aquecedores solares. A casa foi projetada para gerar energia renovável suficiente para atender sua demanda.

idea_house

Via Sunset e Greenerati

Saneamento para todos os brasileiros: ano 2122

saneamento1

Apenas 47% da população brasileira têm acesso à rede geral de esgoto, e se for mantido o atual volume de investimentos o saneamento universal só será atingido quando o País completar 300 anos de independência, em 2122.

O alerta foi dado pelo não-governamental Instituto Trata Brasil (ITB), que busca mobilizar diferentes segmentos da sociedade para garantir o saneamento neste País com mais de 188 milhões de habitantes. Um estudo divulgado na semana passada pelo ITB de autoria do pesquisador Marcelo Néri, mostra que a rede de esgoto cresceu menos em comparação com outros serviços públicos, como água, coleta de lixo e eletricidade.

Quanto menor é o investimento maior é a mortalidade de crianças até seis anos de idade, que se eleva nos locais onde não há esgoto, afirma o estudo. As doenças relacionadas com a falta de saneamento causaram cerca de 700 mil internações hospitalares anuais na última década, disse à IPS Luís Felli, presidente do ITB, que conta com apoio do setor privado e que encomendou a pesquisa à Fundação Getulio Vargas. Estima-se que 65% das internações de menores de 10 anos são causadas, entre outras causas, pela deficiência ou falta de esgoto tratado.

Mas, segundo Felli, a falta de saneamento não se reflete apenas na saúde, mas também afeta a educação: 34% das ausências de crianças até seis anos na pré-escola e na escola primaria se devem a doenças derivadas da contaminação da água, com a diarréia. Diariamente, morrem sete menores de cinco anos. “São mais de 200 mortes por mês. Isso equivale a um avião lotado de crianças caindo por mês no Brasil”, comparou Felli. Os cálculos do ITB mostram que para cada real que fosse investido em saneamento se poderia economizar US$ 2,28 em gastos de saúde.

Além disso, mais saneamento também significa uma “redução do custo Brasil”, já que a criação de infra-estrutura básica atrairia novos negócios e novas indústrias, que aumentariam a geração de emprego e renda, disse Felli. O presidente do ITB deu, como exemplo, que US$ 57 milhões investidos em obras de saneamento gerariam 30 empregos diretos e 20 indiretos, além de empregos permanentes quando o sistema entrasse em operação. Com investimento de US$ 6,2 bilhões por ano, reclamado por especialistas em saneamento, seriam gerados 550 mil novos empregos no mesmo período.

O estudo do ITB foi divulgado às vésperas de 2008, declarado pela Organização das Nações Unidas como Ano Internacional do Seneamento Básico. Os governos do mundo se comprometeram em 2000 a reduzir pela metade a porcentagem de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento, até 2015.

Via IPS

Europa planeja investimento de U$10 bi no deserto africano para geração de energia solar

africa_solar

A União Européia está considerando gastar mais de 10 bilhões de dólares na construção de diversas estações de energia solar ao longo da costa do Mediterrâneo no Oriente Médio e norte da África. A energia gerada seria suficente para o suprimento de um sexto das necessidades do continente europeu.

As estações – capazes de gerar cerca de 100 Megawatts – poderiam ser utilizadas também como estações de dessalinização para o abastecimento de água aos países do deserto. O projeto, conhecido com Desertec, foi revelado na semana passada pelo príncipe jordaniano Hassan bin Talal e foi desenvolvido pela Trans-Mediterranean Renewable Energy Coorporation.

A geração de eletricidade se daria por uma técnica chamada “energia solar concentrada”. Uma estação de energia solar concentrada utiliza centenas de espelhos enormes cobrindo uma vasta faixa de terra para focar os raios solares em uma coluna metálica central preenchida com água. A água extremamente aquecida, que pode alcançar temperaturas tão altas quanto 800°C, é então transformada em vapor e encaminhada a turbinas que produzem eletricidade. O vapor superaquecido, após passar pelas turbinas, passaria então através de tanques com água do mar que evaporaria. O vapor da água do mar seria condensado e armazenado como água limpa.

O maior problema para implantação desse projeto seria o custo de operação dessas estações – quase duas vezes o custo de uma termoelétrica. Some-se a isso o fato de que a região escolhida não é exatamente uma das mais estáveis para a realização de um projeto bilionário.

Via Guardian Unlimited

Chuveiro de Névoa: um conceito para enconomia de água e energia

electrolux_fogshower

O brasileiro João Diego Schimansky, da PUC do Paraná, foi um dos oito finalistas da competição “Design Lab” criada pela Electrolux aberta a todos os estudantes de design do mundo. O tema deste ano foi sustentabilidade aplicada aos utensílios da casa do futuro. O conceito criado por João foi o “Fog Shower” ou Chuveiro de Névoa. O chuveiro do futuro consome apenas dois litros de água durante um banho de cinco minutos. Os chuveiros eficientes utilizados atualmente utilizam cerca de 26 litros d’água durante o mesmo tempo.

O “banho” é realizado a partir de uma névoa de vapor d’água aquecido. Este conceito economiza, ao mesmo tempo, água e energia necessária para aquecê-la.

Via Trendir

Blog do João Diego Schimansky