A Green House da revista Time

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O norte-americano médio libera cerca de 22 toneladas de dióxido de carbono à atmosfera a cada ano. Uma grande parte dessas emissões são geradas pelas residências e pelo grande desperdício de energia. Segundo um estudo recente, uma das maneiras mais efetivas em termos de custo para a redução das emissões dos gases do efeito estufa é através do isolamento térmico dos prédios.

Clique na figura acima e arraste a lente pelos diferentes cômodos da casa para ter uma idéia do quanto de emissão de CO2 pode ser reduzido através de idéias bastante simples.

Via Time CNN

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Árvores sintéticas para a captura de CO2 do ar

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Segundo dados do IPCC, os principais gases do efeito estufa são o vapor d’água (responsável em cerca de 36-70%), o dióxido de carbono (que causa entre 9 e 26%), o metano (responsável por 4-9%), o ozônio (entre 3 e 7%) e também o hexa fluoreto de enxofre (SF6). Com esses dados em mente e com a preocupação de diminuir as concentrações de CO2 na atmosfera, Klaus Lackner, professor de Geofísica da Columbia University, está trabalhando em um interssante conceito para resolver esse problema: árvores sintéticas.

A idéia é reproduzir o processo de fotossíntese para capturar e armazenar quantidades expressivas do gás carbônico. Cerca de 90.000 toneladas de CO2 por ano – aproximadamente o emitido anualmente por 15.000 automóveis – poderiam ser capturadas pela estrutura. Além disso, a árvore seqüestradora de carbono poderia gerar cerca de 3 megawatts, tornando sua operação auto-suficiente em energia.

A estrutura – semelhante a um gigantesco mata-moscas – agiria como uma espoja gigantesca para sugar o dióxido de carbono. A árvore sintética teria aproximadamente 300 metros de altura e ocuparia uma área equivalente a de um campo de futebol. Uma solução de hidróxido de sódio presente nas hastes internas seria responsável pela captura do CO2 presente no ar.

Segundo Klaus Lackner,

A eficiência desse sistema seria superior a de uma árvore natural. Podemos, com o uso dessa tecnologia, coletar uma fração signficativa do carbono presente no ar.

A vantagem no uso desse sistema é que ele seria capaz de remover o CO2 independente de onde ele estiver sendo gerado – carros, aviões, indústrias, termoelétricas. Nenhuma outra tecnologia para a captura do carbono existente atualmente poderia ser utilizada para a remoção de CO2 gerado por fontes móveis, como automóveis e aviões.

Via wattwatt

Lançado o primeiro Índice Global de Emissões de Carbono

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O Barclays Capital, divisão de investimento do Barclays Bank, anunciou o lançamento, pioneiro em nível mundial, do Barclays Capital Global Carbon Index (BGCI). Este índice segue a performance dos créditos de emissões de carbono, que estão associados aos mais importantes sistemas mundiais de negociação das emissões de gases que provocam o efeito estufa. Esta é a primeira vez que um índice desta natureza é disponibilizado aos gestores de carteira, bancos privados e investidores institucionais, que procuram um benchmark abrangente de análise deste mercado em franca expansão. O índice é determinado pelo Barclays Capital Environmental Markets Index Committee, um recém criado departamento independente, constituído por representantes da indústria do carbono e por membros da comunidade financeira institucional.

Numa primeira fase, o BGCI é constituído pela combinação de dois sub-índices que seguem a performance dos créditos de carbono associados ao Sistema de Comércio de Emissões da União Européia, e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) de Kyoto. O Barclays Capital irá garantir aconselhamento e análise relacionados com este índice através do site de índices do Barclays Capital, e também de outros canais de e-commerce, como a Bloomberg. Os índices são calculados diariamente e usam o sistema de fixação de preços e os calendários de mercado mais convenientes para os investidores. As diretrizes completas utilizadas para o estabelecimento do índice podem ser consultadas no Barclays Capital Global Carbon Index Guide.

Via Yahoo Finance